Energia geral do camelódromo estaria desligada, mas perícia investiga origem de incêndio
Equipes de limpeza foram acionadas, entretanto, só podem trabalhar no espaço após trabalho da perícia
| MIDIAMAX/KARINA CAMPOS
As equipes administrativas e alguns lojistas acompanham, na manhã desta segunda-feira (12), a investigação da origem do incêndio que destruiu boxes do Camelódromo de Campo Grande. A energia estaria desligada, o que pode derrubar a suspeita de que um celular carregando teria motivado o início das chamas.
Juliana Delgado, gerente do camelódromo, diz que os funcionários e comerciantes não podem entrar no espaço até a chegada da perícia, que deve investigar a origem do fogo. Trabalhadores da limpeza também foram acionados, entretanto, não podem alterar a cena do espaço, que será determinante para afirmar o que teria causado o incêndio.
“A energia estava desligada, mas não sabemos o que provocou, só a investigação vai explicar”.
A gerente ainda continua relatando que a contratação do seguro aos lojistas sofre dificuldade pelo fluxo não definido em caixa de cada comerciante.
Funcionários e lojistas estão no camelódromo aguardando a perícia e a liberação para avaliar o prejuízo de cada box, que pode extrapolar R$ 20 mil só na construção.
Fogo consumiu mercadores e estrutura
Imagens registradas pelo Jornal Midiamax mostram a destruição de toda a mercadoria e estrutura das unidades. O fogo atingiu paredes, foro e piso.












