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Prefeitura de Mâncio Lima e Polícia Militar avançam na discussão para implantação do projeto Guarda Mirim no município

Folha do Juruá

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em

A Prefeitura de Mâncio Lima, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte, deu mais um importante passo para a implantação do projeto Guarda Mirim no município. Em reunião realizada na última segunda-feira, 27, com representantes da Polícia Militar do Acre, a gestão municipal discutiu os detalhes da parceria que pretende atender crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, promovendo cidadania, disciplina e inclusão social.

O encontro contou com a presença do comandante do Batalhão da Polícia Militar de Cruzeiro do Sul, Major PM Abraão, e do Subcomandante Capitão Campos, além do prefeito Zé Luiz, secretários municipais de Educação, Assistência Social, Administração e Articulação Institucional, do procurador jurídico do município e do delegado de Polícia Civil, José Obetâneo.

Durante a reunião, o Major Abraão explicou que o projeto Guarda Mirim já funciona há mais de 30 anos dentro do batalhão da Polícia Militar em Cruzeiro do Sul e atualmente atende cerca de 350 famílias. Segundo ele, a chegada do programa em Mâncio Lima só está sendo possível pela abertura e compromisso social demonstrado pela gestão municipal.

“O projeto apresenta excelentes resultados porque trabalha diretamente na raiz dos problemas sociais. Nosso objetivo é tirar crianças e adolescentes de situações de vulnerabilidade, afastando-os das ruas, das drogas e da criminalidade, formando cidadãos conscientes e preparados para o futuro”, destacou o comandante.

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O programa é voltado para crianças e adolescentes de 9 a 17 anos, que participam de atividades no contraturno escolar. A proposta inclui instruções de civismo, disciplina, educação física, cidadania e orientação social, além de ações voltadas à saúde e assistência social e psicológica.

Outro diferencial do projeto é o encaminhamento dos jovens para oportunidades no mercado de trabalho, especialmente na condição de menor aprendiz e também para ingresso no Exército Brasileiro. Os profissionais envolvidos como contrapartida do município incluem pedagogos, educadores físicos e psicólogos.

O prefeito Zé Luiz afirmou que a implantação da Guarda Mirim é um sonho antigo da gestão municipal, pela importância social e transformadora do projeto.

“Esse projeto já está no nosso coração há muito tempo, porque entendemos a dimensão social que ele representa. Vamos disponibilizar toda a nossa equipe e fazer todo o possível para que ele chegue a Mâncio Lima e dê certo. Temos um espaço importante que poderá ser utilizado exclusivamente pelo programa, que é o Complexo Esportivo Totão”, afirmou o prefeito.

A seleção dos participantes levará em consideração crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social e que estejam devidamente matriculados na rede municipal de ensino. Nesta primeira etapa, a previsão é formar duas turmas com 30 guardas mirins cada, promovendo oportunidades, inclusão e fortalecimento dos vínculos sociais e familiares.

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Padrasto nega relato de bullying e que não sabe como jovem teve acesso a arma

Folha do Juruá

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Em entrevista ao jornalismo da TV5 nesta sexta-feira, 8, o advogado Ruan de Mesquita Amorim, padrasto do adolescente de 13 anos responsável pelo ataque que matou duas servidoras do Instituto São José, em Rio Branco, afirmou estar “destruído” emocionalmente e negou ter ameaçado qualquer integrante da escola antes da tragédia ocorrida na última terça-feira, 5.

Durante a entrevista, Ruan afirmou que nunca entrou no Instituto São José e rebateu informações de que teria procurado uma das vítimas ou feito ameaças à coordenação da unidade escolar. “Eu nunca adentrei naquele estabelecimento, eu nunca ultrapassei os limites daquele muro, daquele colégio. Estou em estado de choque mais uma vez. Se vocês buscarem os registros das câmeras de segurança, vão ver que eu nunca entrei naquele local”, declarou.

O advogado ressaltou que não tinha legitimidade para tratar de questões escolares do adolescente, já que não era o pai biológico do jovem. “Eu não sou parte legítima para ter essa ação. Eu não posso chegar na escola e reclamar de um filho que não é meu. Qual a lógica que eu teria de chegar e ameaçar a coordenadora? Isso é irracional”, afirmou.

Segundo Ruan, ele desconhecia qualquer relato de bullying ou sofrimento psicológico envolvendo o adolescente. De acordo com ele, o enteado mantinha comportamento tranquilo dentro de casa e nunca apresentou sinais de agressividade.“Ele era uma pessoa obediente, tranquila, não apresentava nenhum tipo de sinal de sofrimento. Nunca reclamou da escola, nunca falou sobre bullying ou qualquer outro problema. A gente não tinha como agir porque não tinha conhecimento de nenhuma situação”, disse.

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O advogado também confirmou que a pistola calibre .380 usada no ataque era de sua propriedade legal e afirmou que a arma ficava guardada em um quarto trancado.“Estava no meu quarto, com o quarto trancado. Religiosamente trancado todas as vezes que saíamos de casa. Até hoje eu não sei como ele teve acesso à arma”, declarou.

Ruan relatou ainda que, após tomar conhecimento do ataque, correu até a escola acreditando inicialmente que o adolescente pudesse ser uma das vítimas.“Quando fui me aproximando, vi a movimentação e soube que tinha ocorrido um ataque. Ainda assim, não acreditava que tivesse sido ele. Imaginei que ele fosse vítima. Fui desesperado buscar informações”, contou.

Segundo ele, desde os primeiros momentos colaborou com as autoridades policiais e autorizou espontaneamente buscas em sua residência.“Eu não tinha o que esconder. Fiz questão de abrir minha casa para a polícia. O quarto estava trancado exatamente como eu havia deixado”, afirmou á reportagem.

O advogado disse ainda que acompanha o caso à disposição da Justiça e reforçou solidariedade às famílias das vítimas.“Eu sei que o sofrimento maior é das famílias que perderam seus entes queridos, mas eu também estou sofrendo. Queria ter o poder de ter feito alguma coisa para evitar isso. Nada justifica o que aconteceu”, declarou.

Ao final da entrevista, Ruan afirmou que espera o esclarecimento completo do caso e pediu fé às famílias atingidas pela tragédia.“É uma tragédia que fugiu do controle de todos. Peço que as famílias se apeguem com Deus e tenham fé. Todos estão sofrendo com isso”, concluiu.

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Fonte: ac 24 horas

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Justiça decreta internação provisória de adolescente que matou funcionárias em escola do Acre

Folha do Juruá

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A Justiça decretou na manhã desta quinta-feira, 07, a internação provisória do adolescente investigado pelo ataque ocorrido no Instituto São José, em Rio Branco (AC). A decisão foi tomada após audiência realizada nesta manhã.

Conforme informações apuradas pelo jornalista Marcos Venicios, do ac24horas, a medida terá prazo máximo de 45 dias, período em que o processo deverá ser concluído e sentenciado.

Com a decisão judicial, o próximo passo será a fase de instrução processual. Nesta etapa, deverão ser ouvidas testemunhas, além do próprio adolescente, para esclarecimentos sobre o caso.

Ao final do processo, a Justiça poderá aplicar medida socioeducativa de internação por tempo indeterminado, limitada ao período máximo de três anos, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A legislação também determina reavaliações obrigatórias a cada seis meses.

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Quatro pessoas foram atingidas por disparos de armas de fogo, no início desta terça-feira (5), após um ataque no colégio Instituto São José, em Rio Branco, no Acre. O menor, de 13 anos, que efetuou os disparos já foi identificado, assumiu a autoria dos disparos e encontra-se sob a custódia do Estado, juntamente com a arma utilizada.

Segundo o Governo do Acre, três funcionárias e um aluno foram atingidos. Duas profissionais morreram no local, e as outras vítimas foram encaminhadas ao Pronto-Socorro da capital.

 

Fonte: Ac24Horas

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Ataque em escola deixa duas funcionárias mortas e quatro feridos; suspeito se entrega

Folha do Juruá

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Um ataque a tiros registrado na tarde desta terça-feira, 5, dentro do Instituto São José, em Rio Branco, resultou na morte de duas funcionárias da instituição e deixou outras quatro pessoas feridas.

As informações foram confirmadas à imprensa pelo tenente da Polícia Militar do Acre, coronel Russo. Segundo a corporação, o aluno apontado como responsável pelo ataque já se entregou às autoridades e está sob custódia da segurança pública estadual.

De acordo com dados preliminares, ainda não há confirmação se as vítimas fatais atuavam como professoras ou integravam a equipe de apoio da escola. A polícia iniciou os procedimentos de investigação e também está em contato com familiares do suspeito.

O prédio do colégio está sendo evacuado para que as equipes de segurança realizem uma varredura completa em todos os ambientes, garantindo que não haja outros riscos no local.

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Fonte: Ac24horas

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