A Polícia Civil do Acre (PCAC) deflagrou nesta quarta-feira, 3, a operação “Desmonte”, com o objetivo de desarticular duas organizações criminosas atuantes na capital e em outras regiões do estado. A ação mobilizou diversas delegacias especializadas e contou com o apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE), unidade de elite da Polícia Civil.
Até o momento, a operação resultou na prisão de uma pessoa por porte ilegal de arma de fogo, além do cumprimento de vários mandados de busca e apreensão em diferentes pontos de Rio Branco. Durante as diligências, os policiais apreenderam R$ 7 mil em espécie e uma motocicleta. De acordo com a PCAC, a operação está em andamento e novas prisões podem ocorrer, assim como a apreensão de objetos adquiridos por meio de atividades criminosas.
Uma coletiva de imprensa foi realizada na manhã desta quarta-feira para detalhar a operação e apresentar um balanço parcial dos trabalhos. Participaram da coletiva o delegado Leonardo Santa Bárbara, titular da Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões (DCORE), o delegado Pedro Paulo Buzolin, coordenador da Divisão Especializada de Investigação Criminal (DEIC), o delegado Gustavo Neves, titular da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO) e o delegado Yvens Dixon, integrante da DCORE.
Material apreendido pela PCAC durante cumprimento de mandados judiciais na capital. Foto: Emerson Lima/ PCAC
O delegado Pedro Paulo Buzolin destacou que a operação é fruto de um trabalho integrado e contínuo para enfrentar as organizações criminosas que atuam no estado.
“Essa operação é parte de uma estratégia ampla da Polícia Civil, que envolve inteligência, investigação e ações coordenadas. Nosso objetivo é desarticular estruturas criminosas, enfraquecendo seu poder econômico e operacional, e, assim, trazer mais segurança para a população acreana”, informou.
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Já o delegado Gustavo Neves, responsável pela operação “Desmonte”, ressaltou a importância ação policial para atingir diretamente os líderes e operadores financeiros dos grupos investigados.
Delegados da Polícia Civil detalham os resultados da operação “Desmonte” durante coletiva de imprensa. Foto: Emerson Lima/ PCAC
“Hoje conseguimos cumprir mandados fundamentais para o avanço das investigações. Essa operação não se limita a prender executores; nosso foco é atingir toda a cadeia, inclusive os responsáveis por financiar e dar suporte às atividades criminosas. Esse é um passo essencial para reduzir a atuação dessas organizações no Acre”, destacou.
O delegado Yvens Dixon, por sua vez, comentou sobre outra ação da PCAC ao longo da semana, envolvendo a apreensão de dois menores suspeitos de um assalto a residência.
“Cumprimos os mandados de internação de dois adolescentes envolvidos em um assalto ocorrido recentemente. O trabalho integrado das nossas equipes foi decisivo para localizar e apreender esses menores, reforçando nosso compromisso com a proteção da sociedade e o enfrentamento à criminalidade”, enalteceu.
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Um homem de 24 anos foi preso na manhã desta quarta-feira (29) no Ginásio Jader Machado, em Cruzeiro do Sul, suspeito de oferecer drogas a estudantes que participavam dos Jogos Escolares no local.
De acordo com as informações, o suspeito — identificado como Natanael e monitorado por tornozeleira eletrônica — teria feito uso de entorpecentes nas proximidades do ginásio antes de abordar jovens que estavam no evento. Durante a ação policial, foram encontrados com ele três cigarros de maconha.
Ao ser abordado, o homem afirmou ter ligação com uma organização criminosa. Diante da situação, ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia Geral de Polícia Civil, onde ficará à disposição da Justiça.
O caso chama atenção para a necessidade de reforço na segurança em eventos com grande presença de estudantes, especialmente aqueles voltados ao público jovem.
Uma mulher foi presa neste domingo (27), em Mâncio Lima, durante uma operação da Polícia Militar realizada após um incêndio atingir viaturas no pátio da corporação no município. Com ela, os policiais encontraram maconha e uma arma de pressão.
Após o incêndio, o comando do 6º Batalhão reforçou o efetivo na região e iniciou uma ação de saturação, com abordagens em diversos pontos da cidade. Durante uma dessas ações, no bairro Iracema, os militares identificaram uma movimentação considerada suspeita.
Ao notar a presença policial, um homem identificado como Roberto Silva Marinho, já conhecido pelas forças de segurança, fugiu em direção a uma área de mata. No local permaneceu sua companheira, Maria Clara, que informou estar grávida de dois meses.
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Durante a abordagem, a equipe encontrou com a mulher uma arma de pressão e aproximadamente 22 gramas de maconha. Ela foi detida e encaminhada à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.
O comandante da Polícia Militar no Vale do Juruá, Abraão, informou que ainda não há confirmação sobre o envolvimento do casal no incêndio das viaturas, tampouco sobre a motivação do crime. Um aparelho celular apreendido com a suspeita será submetido à perícia, incluindo análise de dados, o que pode contribuir para o avanço das investigações.
Segundo o oficial, a Polícia Militar mantém o policiamento reforçado tanto em Mâncio Lima quanto em Cruzeiro do Sul. A perícia no local do incêndio já foi realizada e o laudo deve ser concluído nos próximos dias, apontando as causas do ocorrido.
Ainda conforme o comandante, novas ações poderão ser desencadeadas a partir das informações obtidas durante a operação, com o objetivo de identificar os responsáveis e evitar novos episódios semelhantes.
A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira (27), em Rodrigues Alves, um homem investigado por estupro de vulnerável contra a própria enteada, de apenas 9 anos. A identidade do suspeito não foi divulgada pelas autoridades.
As investigações tiveram início após o Conselho Tutelar comunicar à polícia mudanças preocupantes no comportamento da criança no ambiente escolar. Segundo o órgão, a vítima apresentava sinais de sofrimento psicológico intenso, incluindo um quadro depressivo.
Durante procedimento de escuta especializada, realizado com acompanhamento do Conselho Tutelar, a criança apontou o padrasto como o responsável pelos abusos, que, segundo relato, ocorriam quando os dois estavam sozinhos.
Com base nos elementos reunidos ao longo do inquérito, a Polícia Civil solicitou a prisão preventiva do investigado, medida que foi autorizada pelo Poder Judiciário para assegurar o andamento das investigações e a ordem pública.
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O suspeito foi detido e deverá passar por audiência de custódia nesta terça-feira (28), quando a Justiça decidirá sobre a manutenção da prisão ou eventual concessão de liberdade durante o processo.
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