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Política

O MESTRE DAS ELIMINAÇÕES: Como Bittar montou um plano para destruir aliados, sabotar mulheres e reinar sozinho na política do Acre

Folha do Juruá

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Anotações vazadas de Flávio Bolsonaro revelam que Mailza nunca esteve nos planos do senador. Fontes ligadas ao Coronel Ulisses detalham a estratégia: usar aliados como peças descartáveis, apostar na cassação de Gladson e eliminar toda concorrência ao Senado — inclusive mulheres

 

Rio Branco, Acre — Fevereiro de 2026

Ele é cruel. A frase, dita em tom de confissão por uma fonte muito próxima ao deputado federal Coronel Ulisses, resume o que os bastidores da política acreana já sabiam, mas nunca conseguiram provar com tanta clareza. Documentos vazados — anotações atribuídas ao senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL — revelam a engenharia política do senador Márcio Bittar para o Acre em 2026. E o que esses papéis mostram, combinado com os relatos de quem acompanha suas movimentações de perto, desenha o retrato de um dos planos mais audaciosos e implacáveis já concebidos na política acreana.

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Nas anotações de Flávio, o cenário para o Acre aparece com a precisão de uma sentença: para governador, os nomes listados são Alan Rick e Tião Bocalom — este último com um X de eliminado ao lado do nome. Para o Senado, Márcio Bittar aparece na primeira linha, seguido de “Gladson ou Ulisses” — a alternativa só existia porque Bittar apostava todas as suas fichas na cassação do governador. E onde está Mailza? Em lugar nenhum. A vice-governadora simplesmente não existe nos planos traçados pelo senador.

CAPÍTULO 1: POR QUE MAILZA NÃO EXISTE NOS PAPÉIS

Para entender a ausência de Mailza nas anotações de Flávio Bolsonaro, é preciso entender a visão que Bittar nutre — e propaga nos bastidores — sobre a vice-governadora. Na concepção do senador, Mailza é fraca. Teve apenas sorte na vida. E, pior do que ser fraca, atrapalha a política do Acre.

Atrapalha por quê? Porque, na leitura fria de Bittar, uma candidata que “não consegue se eleger e quem diria eleger os dois senadores” é um obstáculo à sua própria engenharia de poder. Para o senador, o governo do Acre deveria estar nas mãos de alguém que ele pudesse controlar — e Mailza, apesar de todas as críticas que ele lhe faz, nunca se prestou a esse papel. O que Bittar não consegue controlar, Bittar tenta eliminar.

CAPÍTULO 2: A CARAVANA DA TRAIÇÃO — O PLANO BOCALOM

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Com a tese de que Mailza é inviável, Bittar deu início à segunda fase de seu plano: a operação Bocalom. O senador embarcou em uma verdadeira caravana pelo interior do Acre, visitando praticamente todos os municípios, sentando-se com prefeitos, vereadores e lideranças locais para cravar uma mensagem: “Mailza não tem como decolar. Gladson vai chamar Bocalom para ser o candidato.”

O que ninguém sabia — e que agora se revela — é que essa narrativa era apenas a superfície de um plano muito mais profundo. Bittar contava que conseguiria deixar o governador Gladson Cameli inelegível. A cassação seria o golpe de mestre: com Gladson fora do jogo, o senador convenceria os remanescentes de que o único caminho viável era apoiar Bocalom para o governo — derrotando, de quebra, Alan Rick nas prévias da direita. E com Gladson cassado, quem iria ao Senado? Márcio Bittar, naturalmente, na primeira linha. Na segunda linha, como alternativa, o nome do Coronel Ulisses — nunca Jéssica e muito menos Velloso.

Há ainda um ressentimento pessoal que alimenta toda essa engrenagem. Fontes próximas ao senador relatam que Bittar guarda uma mágoa profunda de Gladson desde a eleição em que disputou o governo. Na narrativa de Bittar, Gladson o teria abandonado naquela campanha, e ele credita sua derrota diretamente ao governador. A política, para Bittar, não é apenas poder — é vingança.

CAPÍTULO 3: GLADSON SOBREVIVE — E BITTAR MOSTRA AS GARRAS

O plano tinha uma falha: dependia da queda de Gladson. E Gladson, político habilidoso que é, conseguiu se manter no jogo. A cassação não veio. A inelegibilidade não se confirmou. E de repente, toda a arquitetura montada por Bittar começou a ruir.

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Foi nesse momento que o senador tirou as garras de fora e se transformou no que os bastidores passaram a chamar de Senador BBB — o homem que monta paredões e elimina aliados.

Primeiro sacrifício: Bocalom. O mesmo Bocalom que Bittar havia lançado ao governo, levado em caravana pelos municípios, apresentado como o nome da direita. De uma hora para outra, o argumento mudou: “O partido quer focar no Senado.” Bocalom foi colocado no paredão e eliminado sem cerimônia.

CAPÍTULO 4: O JOGO COM ALAN E A TENTATIVA DE ELIMINAR MARA

Com Bocalom descartado, Bittar voltou os olhos para Alan Rick. Se reuniu com ele várias vezes, sinalizou que queria caminhar juntos. Mas havia uma condição: era preciso eliminar Mara Rocha da chapa ao Senado. Na lógica de Bittar, o caminho só funciona se ele for o único senador viável do campo da direita.

Acontece que Marcos Pereira, presidente nacional do Republicanos, é homem de palavra. Segurou Mara e a manteve fora do paredão de Bittar. Foi uma das raras vezes em que o Senador BBB não conseguiu eliminar quem queria.

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Alan, tentando construir uma ponte, propôs a Bittar uma composição com Mara. O argumento era forte: os Rochas odeiam Bittar e Bittar odeia os Rochas, mas em nome da política, a história se repetiria como em 2018.

Bittar chegou a fechar o acordo com Alan, Mara chegou a se convencer da aliança. Bittar selou o acordo com Alan. Tudo parecia encaminhado.

Parecia.

CAPÍTULO 5: A GRANDE RASTEIRA — A VIRADA PARA O GOVERNO

Enquanto selava acordos com Alan, Bittar observava o tabuleiro com olhos de predador. E o que ele viu o preocupou: o governo estadual estava agindo rápido, trazendo partidos para a base, isolando Alan Rick e montando no Senado uma chapa competitiva — possivelmente Gladson com Jéssica Sales ou Eduardo Velloso.

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E aqui o Senador BBB se transforma no Senador Rasteira. O raciocínio é frio e cirúrgico: se eu voltar para a aliança com o governo, elimino de uma vez as candidaturas de Jéssica e Velloso ao Senado. Mesmo querendo ir com Alan, a prioridade é garantir que ninguém ameace sua vaga. E se, de quebra, ainda conseguir que o governo ajude a montar sua chapa de deputados federais — matando ainda mais o MDB — tanto melhor.

A pergunta que ninguém ousa fazer em voz alta, mas que todos sussurram nos corredores do poder: será que Bittar está vindo para o governo de verdade, ou apenas até o dia 4 de abril — prazo limite para montar sua chapa de federais?

CAPÍTULO 6: O PLANO DE JULHO — A DESERÇÃO ANUNCIADA

A hipótese que circula entre os analistas mais atentos é devastadora em sua lógica. Bittar se alia ao governo agora, em fevereiro e março, para montar sua chapa de deputados federais e travar as candidaturas de Jéssica e Velloso. Uma vez que esses dois estejam neutralizados — e dificilmente conseguiriam reconstruir suas candidaturas ao Senado a essa altura — Bittar passa a não precisa mais do governo.

Lá por julho, com Alan Rick se mantendo firme nas pesquisas, o Senador BBB encontraria algum motivo para brigar com o governo e abandonar a aliança. Repetiria o que já fez com Jéssica Sales. Repetiria o que fez com Leila Galvão. Abandonaria o barco, como diz o acreano.

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Seria o golpe perfeito: usar o governo para destruir a concorrência ao Senado e montar sua chapa de federal e depois largar o governo para ir com o candidato ao governo que mais lhe convém. Ninguém sairia ileso — exceto Bittar.

CAPÍTULO 7: A PEÇA OCULTA — ULISSES, RUEDA E A ARMADILHA PARA VELLOSO

Mas há uma camada ainda mais profunda nessa trama. Segundo fontes, Bittar procurou Antonio Rueda, presidente nacional do União Brasil, e montou uma armadilha silenciosa. O plano: deixar Eduardo Velloso acreditando que sua candidatura ao Senado estava garantida pela nacional do partido. Enquanto Velloso se preparava para o Senado, o espaço na chapa de deputados federais se abriria para Fábio Rueda — irmão de Antonio Rueda.

E o encaixe final da engrenagem: quando Gladson fosse cassado — conforme Bittar apostava — o candidato ao governo não seria Alan, não seria Mailza. Seria o Bocalom. Por isso Bittar nos bastidores com a nacional usa Ulisses como interlocutor do União Brasil que sempre afirmou que Velloso não seria candidato a senador, mesmo os irmãos Ruedas dizendo que “estátudo certo” e se Gladson fosse cassado Ulisses viraria pré-candidato a senador tirando da frente de Fábio, dois deputados,Velloso e o próprio Uliesses que iria ao senado. Está tudo arquitetado. Cada peça no lugar. Cada promessa calibrada para enganar.

CAPÍTULO 8: O PADRÃO — SERÁ QUE ELE NÃO CONSEGUE APOIAR UMA MULHER?

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Há um padrão que salta aos olhos quando se observa a trajetória política de Bittar: as mulheres são sempre as primeiras a serem descartadas, sabotadas ou menosprezadas. Mailza é “fraca” e “teve sorte”. Jéssica foi abandonada. Leila Galvão, idem. Mara só sobreviveu porque teve a proteção de Marcos Pereira.

Em um estado onde mulheres já provaram sua capacidade de liderança, o modus operandi do Senador BBB levanta uma pergunta incômoda que os acreanos têm o direito de fazer: será que Márcio Bittar é capaz de apoiar uma mulher? Ou, na sua visão de poder, as mulheres serão sempre peças descartáveis em um jogo feito exclusivamente por e para homens?

 

O PAREDÃO DO SENADOR BBB — QUEM ELE TENTOU ELIMINAR

BOCALOM — Lançado ao governo, levado em caravana pelo interior, depois descartado quando Gladson sobreviveu. Eliminado.

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ALAN RICK — Primeiro candidato ao governo de Bittar, trocado por Bocalom. Agora pode ser trocado novamente. Em risco permanente.

JÉSSICA SALES — Candidata ao Senado, imobilizada pela aliança Bittar-Governo. Padrão já conhecido: Bittar a abandonou antes.

EDUARDO VELLOSO — Candidato ao Senado, enganado com promessas da nacional enquanto Bittar arquitetava através de Ulisses o caminho para Fábio Rueda.

MARA ROCHA — Bittar tentou eliminá-la da chapa ao Senado, mas Marcos Pereira a protegeu. Sobreviveu ao paredão.

MAILZA GOMES — Sequer aparece nos planos. Para Bittar, ela não existe. Tentou destruí-la pela narrativa. Não conseguiu.

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Na política acreana de 2026, um homem decidiu que só pode existir um candidato: ele mesmo. Os demais são peças em um tabuleiro que ele monta e desmonta ao sabor de sua conveniência. Aliados de hoje são descartados amanhã. Acordos são feitos para serem rompidos. Mulheres são menosprezadas e sabotadas. E os planos, como mostram os papéis vazados de Flávio Bolsonaro, são traçados com a frieza de quem não tem aliados — apenas instrumentos.

Cuidado, leitor: você também pode ir para o paredão de Bittar.

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Política

Maria Antônia parabeniza municípios pelos 34 anos de emancipação e cobra reforço na saúde do interior

Folha do Juruá

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A valorização dos municípios acreanos e a cobrança por melhorias no atendimento de saúde no interior marcaram o discurso da deputada Maria Antônia (Progressistas) durante a sessão ordinária desta terça-feira (28), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). A parlamentar destacou datas comemorativas e levou à tribuna demandas da população, especialmente da região de Acrelândia.

Logo no início, Maria Antônia parabenizou os municípios de Acrelândia, Bujari, Capixaba, Jordão, Santa Rosa do Purus e Porto Acre pelos 34 anos de emancipação política. A deputada ressaltou os desafios enfrentados por essas cidades, principalmente as mais isoladas, e desejou avanços no desenvolvimento local. “São municípios que enfrentam muitas dificuldades, especialmente os mais distantes, onde o acesso é limitado. Que Deus abençoe seus gestores e que cheguem mais recursos para garantir um atendimento de qualidade à população”, afirmou.

A parlamentar também chamou atenção para as dificuldades enfrentadas por moradores que precisam se deslocar até a capital em busca de serviços básicos, especialmente na área da saúde. Segundo ela, é fundamental ampliar a oferta de especialidades médicas nos municípios.

“Faço aqui um pedido especial ao secretário de Saúde para que contrate médicos especialistas, em especial oftalmologistas para Acrelândia. Esse é um pedido da população e também da vereadora Rosa do Eurico, que tem acompanhado de perto essa necessidade”, destacou.

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Maria Antônia reforçou que a demanda não se limita a um único município, mas reflete a realidade de várias regiões do estado. “Esse pedido se estende a todos os municípios que enfrentam essa carência. A população precisa ser atendida perto de casa, com dignidade”, concluiu.

 


Texto: Andressa Oliveira

Foto: Sérgio Vale

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Política

Defesa Civil Estadual reforça ações de prevenção em visita à Mâncio Lima

Folha do Juruá

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A Prefeitura de Mâncio Lima recebeu, nesta quinta-feira (23), na sede do Executivo municipal, a equipe da Defesa Civil Estadual para uma reunião estratégica com a coordenação municipal e secretários, com foco na preparação para uma possível seca severa e no enfrentamento a incêndios de grandes proporções durante o período de estiagem.

A ação faz parte de um cronograma que está percorrendo os 22 municípios do Acre, levando orientações técnicas, alinhando estratégias e fortalecendo a atuação integrada entre Estado e municípios. A missão é coordenada pelo tenente-coronel Francisco Cassiano, responsável pela gestão de desastres, juntamente com o capitão Brito, designados pelo gestor da pasta, coronel Carlos Batista.

Durante o encontro, foram apresentados o plano de contingência frente aos eventos naturais registrados nos últimos meses — como as enchentes do Rio Moa —, além das estratégias de combate às queimadas com a aproximação do verão amazônico. Também foi realizada a apresentação da cartilha sobre desastres e segurança no trabalho, instrumento que auxilia na conscientização e prevenção de riscos.

Paralelamente às reuniões institucionais, a equipe estadual tem promovido palestras em escolas estaduais, municipais e comunidades rurais. As atividades abordam o papel da Defesa Civil, prevenção de acidentes domésticos, queimadas e outros riscos. Durante as ações, são distribuídos panfletos ilustrativos e reforçada a orientação de que não se deve atear fogo em entulhos ou terrenos baldios, prática que pode causar incêndios de grandes proporções.

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O coordenador municipal da Defesa Civil, Enilson Costa Puyanawa, destacou a importância da parceria com o Estado: “A Defesa Civil somos todos nós, e a população precisa ver o órgão como um aliado na prevenção e no combate aos desastres naturais. Nossa equipe é pequena, e contar com o apoio do Estado faz toda a diferença. Essa parceria fortalece nosso trabalho e garante que possamos atender melhor as famílias afetadas”, afirmou.

O tenente-coronel Francisco Cassiano ressaltou que a iniciativa busca ampliar o conhecimento da população e integrar as secretarias municipais: “A nossa vinda a Mâncio Lima, assim como aos demais municípios, é para levar informação e fortalecer a atuação conjunta. A Defesa Civil não trabalha sozinha, é um esforço coletivo. Também estamos planejando um segundo simulado geral voltado para desastres naturais, como parte das ações estaduais de preparação”, explicou.

A Defesa Civil Estadual tem mantido uma relação próxima com o município, prestando apoio técnico sempre que necessário. A visita reforça o compromisso com a prevenção e a resposta rápida aos eventos extremos, promovendo mais segurança e proteção à população de Mâncio Lima.

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Política

Bittar abre o jogo sobre suposta crise com Mailza e diz estar em “período sabático”

Folha do Juruá

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Em entrevista exclusiva ao ContilNet, o senador Marcio Bittar (PL) comentou as especulações que circulam nos bastidores da política acreana sobre um possível rompimento com a base da governadora Mailza Assis (União Progressistas).

Marcio, Mailza e o ex-governador Gladson Camelí firmaram uma parceria em março deste ano com foco nas eleições de 2026, consolidando uma aliança entre União Progressistas e PL. Recentemente, surgiram rumores de que a relação entre o senador e a governadora teria se desgastado — e até chegado ao fim — em razão da formação de chapas proporcionais, o que teria prejudicado o partido de Bittar.

Aliados do senador chegaram a afirmar que ele estaria prestes a integrar a base de apoio à pré-candidatura de Alan Rick ao Governo, especialmente após os dois aparecerem juntos em uma foto com Flávio Bolsonaro, em Brasília.

Mailza, até o momento, não se manifestou sobre o assunto.

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Apesar de negar qualquer clima de tensão com a governadora e afirmar que as especulações não passam de boatos, Bittar disse que está vivendo um “período sabático”.

“Você já ouviu falar em ‘período sabático’? Tá respondido, né? Não tem conversa com ninguém, tudo é fofoca. Tô concentrado na agenda do PL”, pontuou.

Bittar afirmou ainda que este é um momento de introspecção.

“Então, assim, é isso: cuidar do PL. Não tem conversa com ninguém, nem tô tendo e tal. Temos muito tempo, tá? Período sabático. É a hora que cada um tem que se preocupar mais consigo mesmo”, destacou.

“Desde o final da semana das convenções, é hora de cada um olhar para dentro de si. É o que eu acho, é o que eu tô fazendo. Fora disso, tudo é especulação, tá? Vou fazer 63 anos em junho. A gente tem que aprender alguma coisa. Tem hora que é para falar e tem hora que é para ficar calado, analisar e esperar a poeira baixar”, acrescentou.

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O senador também utilizou uma metáfora para comentar a situação envolvendo seu nome e o da governadora:

“Quando você tem uma cerração, quando acontece alguma coisa e a poeira levanta, você tem que deixar baixar para poder ver direito o horizonte. Qualquer coisa que você decida com o sangue quente ou com a poeira que tá te encobrindo a visão, você não consegue enxergar o horizonte. O que que você tem que fazer? Ficar calado, deixar o tempo passar, deixar a poeira assentar e aí você vê o horizonte”.

Por fim, ao ser novamente questionado sobre a existência de algum atrito entre os dois, Bittar foi enfático:

“Só aconteceram coisas nas filiações. Enfim, deixa passar o tempo. O tempo mostra com muita clareza o horizonte. E eu quero esperar isso”.

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